O estilo minimalista na decoração de ambientes

31 de agosto de 2017 por na categoria decoração com 0 e 0
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O decoração minimalista de ambientes vem ganhando cada vez mais adeptos, por causa da beleza na simplicidade e também por causa da funcionalidade inerente ao conceito. Mas alguns profissionais, como arquitetos e decoradores, assim como seus clientes, consideram que o minimalismo pode ser frio, sem aconchego, justamente pelo uso de poucos elementos.


Na verdade, a questão é o uso correto do minimalismo, que deve seguir sua ideia central: utilizar apenas o necessário e de modo funcional, ou seja, cada elemento tem que ter uma função, e muito bem planejada, para que a sensação fria deixe de ser percebida. Para isso, a utilização de mobiliário e acessórios aconchegantes se faz imprescindível, mas mantendo sempre os conceitos de utilização apenas do necessário e funcionalidade.
Fica mais fácil entender o minimalismo vendo, por exemplo, a cultura japonesa. O espaço territorial do Japão é bem limitado. Para se ter uma ideia, o Japão tem quase o mesmo tamanho que o estado de Mato Grosso do Sul, mas com uma população de 127 milhões de habitantes, apenas 80 milhões a menos que o Brasil. Isso levou os japoneses a sempre pensarem em economia de espaços. Lá existem quitinetes com 27m2 mas que são pensadas em aproveitamento de espaço através de funcionalidades, como por exemplo camas que possuem um sistema que as viram de cabeça para baixo e se tornam uma mesa. As cadeiras ficam embutidas na estrutura, bastando puxá-las para se armarem e ficarem prontas para uso. Outro exemplo são as panelas elétricas que servem para cozinhar praticamente de tudo, como arroz, carnes, legumes e até mesmo para se fazer bolos. Assim o tamanho do fogão fica reduzido a alguns centímetros.

O minimalismo, assim como qualquer outro estilo de decoração, tem que ser estudado profundamente para que seus conceitos sejam bem entendidos e absorvidos. Não se trata apenas de “tirar coisas” do ambiente. Ao contrário, o fundamento é colocar as coisas certas no lugar certo, sem exageros.

O primeiro passo para usar corretamente o minimalismo em uma decoração é analisar bem o ambiente e para que ele é usado. Depois vem a parte de subtrair o que não é necessário para aquele ambiente. E em seguida vem a substituição de peças, pensando justamente em como elas vão se integrar ao ambiente e quais funcionalidades elas oferecem. Em geral os móveis e acessórios devem ter design suave e cores neutras como preto, branco, marrom e cinza. Claro que cores brilhantes e intensas podem ser usadas, mas com certa discrição. As paredes devem seguir o mesmo esquema de cores neutras, com preferência para branco ou em tons bem claros. Já a iluminação deve ser planejada para clarear bem todo o ambiente, que já é valorizado pelas cores claras e neutras de móveis e paredes, sem “roubar” a luz. Uma dica é que a iluminação não projete muitas sombras dos mobiliários e outros objetos. Dessa forma o ambiente ganha muito em conforto, o espaço fica amplo e funcional.

Uma curiosidade que vale saber: muitas pessoas que optam pela decoração minimalista comentam que se sentem menos estressadas, já que os ambientes ficam mais leves, sem tantos itens desnecessários que antes ficavam a todo momento chamando a atenção dos olhos.

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